Venda

Adentrou aquela velha venda, havia percorrido todo bairro sem notar onde ia. Por toda parte se encontravam mercadorias estranhas e com procedência duvidosa. Meio distraído, pegou uma caixa de incenso de ópio e saiu. Sem pagar e nem roubar, afinal, naquela vendinha ele não viu nenhum atendente. Estava em outro mundo, longe de tudo e apegado a ninguém. 
 
Onde podemos sonhar, é possível viajar a qualquer dimensão e nela buscar as nossas recompensas.

Como ficou

A vida ficou mais intensa, tudo que me pertencia foi transformado. Era triseza e agora alegria. Feliz aquele que conseque viver uma historia, com paz, amor e patifaria.




A vida que senti

A boca mente, pro corpo e pra mente
Na vida não se mente, omite. Para nunca mentir.
Quem pensa que mente, engana e sente
A historia da gente, que sabe fingir.
Se diz e não sente, esconde e aprende
Que muito se sente, quem sabe ouvir
Não julgue a mente, que pensa e sente
Omite o que sente, para nunca ferir.